Antimatéria: o que é e por quê é algo tão caro?

21 jun 2021 - Tags:, ,

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O que é antimatéria, e por quê ela é tão cara?

A antimatéria e as antipartículas não são algo pertencente apenas a filmes de ficção, muito pelo contrário. Apesar de serem super caras de se produzir, e durarem pouco tempo, essas partículas têm sido estudadas em detalhes pelas últimas décadas, e geralmente fazem com que os grandes cientistas do mundo inteiro fiquem com dor de cabeça por semanas. É tanto dinheiro e esforço envolvidos nas pesquisas da antimatéria que fica a pergunta: por que? Porque elas podem revolucionar a vida cotidiana, principalmente no setor de energia e medicina.

A primeira partícula de antimatéria foi descoberta através do antielétron, chamado muitas vezes de pósitron. Carl Anderson, em 1932, fez a descoberta enquanto estudava raios cósmicos. Mas a sua existência já era conhecida há alguns anos, o problema era conseguir vê-la. A antimatéria é, na verdade, uma consequência da união de duas teorias: a da relatividade e a da mecânica quântica.

antimatéria

Pixabay

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Matéria X Antimatéria

‌O primeiro passo que você deve dar para entender a antimatéria é entender que, tudo, TUDO mesmo, é constituído por matéria. E a matéria é formada por átomos, que são compostos por elétrons, prótons e neutrons. Mas existe algo além da matéria, a antimatéria. Isso quer dizer que toda partícula possui uma partícula gêmea que corresponde a sua natureza.

Desde 1955, quando o antipróton foi reproduzido dentro de um acelerador de partículas, várias partículas foram listadas, e todas elas possuíam uma antipartícula correspondente. O fato mais curioso é que essas partículas e antipartículas têm as mesmas propriedades, mas têm cargas opostas, e as leis da física funcionam de forma completamente simétrica sobre elas quando trocamos uma pela outra.

Em outras palavras, se você trocasse as partículas por antipartículas, tudo iria acontecer normalmente, pelo menos a princípio. Por conta disso, quando essas partículas se encontram, elas simplesmente se destroem, produzindo fótons, mas não luz visível. Inclusive esse tipo de fenômeno pode ser utilizado no futuro para detectar tumores!

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